

27/09/2008 Luiz Cláudio Borges Sócio do Escritório Borges Advocacia, Pós-Graduado em Direito Civil e Processual Civil e Presidente em exercício da 15ª. Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil "O momento atual do Judiciário é de união de esforços de todos os integrantes do mundo jurídico para que a Justiça seja efetivada e os cidadãos possam desfrutar os resultados de suas vitórias judiciais"[1]. Estas foram as palavras do Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Ministro Cesar Asfor Rocha, em palestra ministrada a Juizes e serventuários da Justiça Federal em Piauí. Na ocasião, o Ministro enfatizou o problema da morosidade do judiciário. Segundo Ele, avançamos muito com a criação do CNJ (Conselho Nacioal de Justiça), mas, ainda estamos distantes de vencermos o pior problema, que é a morosidade da prestação jurisdicional. Comungo do mesmo entendimento. Por onde passo e tenho oportunidade de manifestar meus pensamentos, afirmo, sem titubiar, que a solução para a morosidade da justiça está na união de esforços, conforme também frisou o Ministro Cesar Rocha. O advogado é indispensável à administração da Justiça, assim como o magistrado, o promotor de justiça e os serventuários. Somos todos timoneiros do mesmo barco. Recentemente, na solenidade de entrega de carteira aos novos advogados da Ordem dos Advogados do Brasil, subseção de Campo Belo (MG), da qual sou vice-presidente - hoje atuando como presidente em exercício - tive a oportunidade de quebrar o protocolo, pois, geralmente, essas solenidades acontencem somente para advogados e familiares; desta vez, contamos com diversos serventuários. Ao iniciar o discurso, antes do termo de compromisso, asseverei que os integrantes da família forense têm que andar de mãos dadas, unidos. O advogado é indispensável à administração da justiça, assim prevê a Constituição Federal. Indispensáveis em número, gênero e grau também o são os magistrados, promotores e serventuários. Ha muito não existe aquela falsa idéia de hierarquia entre juiz, promotor e advogado; estamos no mesmo nível, cada qual dentro da sua função. E isto é que faz a diferença. Respeitar posicionamentos é a palavra de ordem. Vamos nos unir! União no sentido de oferecer ao jurisdicionaldo uma prestação jurisdicional célere, eficiente e justa. [1] http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao

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